Suas lágrimas, seus sacrifícios em Israel, nos montes, nos lagos, nas encostas, nas encruzilhadas, e nas fogueiras santas, fazem com que se levante uma imagem cada vez mais caricata da igreja de Cristo. Uma imagem que em nada representa a totalidade da realidade do evangelho de Cristo.
Uma prosperidade sem propósito, uma exploração dos sentimentos, das crises pessoais. Vendas de bilhetes premiados de milagres, de curas de “testemunhos” de vitórias e conquistas financeiras, dissociados do quão precioso significado da Graça de Deus, são os principais engôdos usados por esses “falsificadores da palavra”, como forma de aumentar a sua clientela.
Figuras carismáticas de falar manso ou estrondoso, que reúnem multidões em suas “cruzadas”, em seus “festivais das bênçãos e maravilhas”, em seus “Shows ou Concentrações de Fé”. São invejados e copiados pelos seus “ceguidores”, de tal forma que para estes, o fato de Jesus Cristo ter padecido no calvário por cada um dos seus, é um mero “detalhe técnico”.
Estes zombam do evangelho, zombam de Deus... Estes por sua vez, vivem uma espiritualidade morta, alienada, distorcida, maltrapilha, artificial. Vivem um cristianismo de fachada, de gaveta, de faz de conta.
Caro amigo não tente ser templo de Deus, simplesmente seja! Pois em meio ao caos, as chuvas de mentiras e heresias, ainda existem os verdadeiros cristãos! Não se deixe enganar pois muitos virão em seus próprios nomes anunciando curas e milagres, mas só um tem o poder de salvar, Jesus Cristo.
Paz e Vida.
Fernando Saraiva
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